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Peixecast

Atenção, atenção, torcida santista!

Foi inaugurado o primeiro podcast exclusivamente dedicado ao Santos: O Peixecast.

O objetivo desse podcast é debater e defender os ideais do peixe.

Sabemos que nosso time sofre muito com a indiferença da mídia em geral (exceto quando é impossível ser indiferente com o nosso futebol) e nós, torcedores fervorosos, decidimos arregaçar as mangas e transmitir as informações para nossos irmãos santistas da nossa forma.

De quem ama o Santos para quem também ama.

Queremos entreter, informar e interagir com toda a nação santista. Assim, nossa torcida ficará cada vez mais forte e unida.

Visite clicando no link abaixo:

E siga-nos no twitter para receber as novidades, bastidores e curiosidades do Santos e do Peixecast.

@peixecast

Os dois apresentadores do Peixecast são colunistas do Portal Santista. E, futuramente, contaremos com a colaboração de outros colunistas e também de outros membros da torcida santista em geral.

Um grande abraço!

DNA Alvinegro

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Atenção, galera do Portal Santista!

Eu, Hik, estou na final da Promoção “Sou Alvinegro”. Agora está na mão da nação santista!

E eu gostaria do voto de vocês para me ajudar na realização desse sonho!

Basta clicar neste link:

http://santos.globo.com/torcida_votacao.php

E votar no primeiro vídeo (Henrique Fudissaku).

Com isso, serei eternamente grato!

Saudações alvinegras!

Ah, como é bom ser santista! Como é bom ir ao Pacaembú e ver o seu time golear um adversário depois de sofrer um gol a 1 minuto de jogo. E ao falar nisso, digo que ontem só vi gols do Santos no Pacaembu, não vi o Ituano jogar e muito menos o gol deles, isso porque quando o gol do time do interior saiu estávamos erguendo o lindo vistoso bandeirão do nosso glorioso alvinegro praiano.

Mas, como ia dizendo, como é bom sair um jogo perdendo e ter a certeza que aquilo logo irá ser revertido, bom, se você não teve certeza disso, com certeza você não está vendo muitos jogos do Santos ultimamente. Santos é isso que vimos ontem, show, rápido, dinâmico, envolvente e irreverente. Em outras palavras: Um time de moleques que trazem no rosto e nas pernas a alegria de jogar futebol. Uma alegria que incomoda, que faz com que os adversários achem que os estamos humilhando, mas, mais do que saber perder um time vencedor tem que saber lidar, aprender e crescer com as derrotas, time grande é isso e foi isso o que o Santos fez.

Depois da derrota para o Palmeiras o Santos soube absorver o que era necessário e usar à seu favor no jogo de ontem contra o ituano, não foi preciso mudar, apenas aprimorar. Essa é outra qualidade que nossos chamados “grandes times da capital” ou “trio de ferro” têm que aprender conosco, não adianta bater, não adianta criticar após a derrota ou até mesmo a vitória, apenas aprendam que é possível sim absorver coisas boas de seu adversário. Liberdade: O Show Tem Que Continuar! O Santos estava sem seus 2 principais jogadores, os atacantes Neymar e Robinho, mas como já diria um compositor brasileiro: “O Show Tem Que Continuar!” E foi justamente isso que aconteceu ou melhor, que voltou a acontecer: um novo show dos Meninos da Vila; uma nova goleada; mais uma noite feliz no Pacaembú; mais 3 pontos para a conta; tudo saiu como de costume e podemos ver ontem que alguns jovens que até então eram chamados de coadjuvantes podem assumir o papel principal e desequilibrar uma partida como os demais.Destaques para: André, Ganso e Madson.

André: não é tão badalado e nem tão brilhante quanto os demais, porém, cumpre com o esperado, faz o que lhe é pedido, o básico: Gols. Ganso:

Esse não precisa falar nada, né? Um maestro em campo dita o ritmo e a forma de o Santos jogar, tenta fazer umas gracinhas de vez em quanto, mas quando joga simples é simplesmente mágico.

Madson: É o típico reserva de luxo, aquele 12º jogador, ontem mostrou que está bem melhor que no começo do ano e se bobearem ele pode arrumar um vaguinha nesse time.

Outros Destaques:

Marquinhos e Arouca: Ótima sintonia no meio campo. Marquinhos é aquele cara que não deixa o meio campo se afobar e Arouca joga muito bem de segundo volante, dá uma qualidade muito boa na saída de bola.

Felipe: Não teve culpa no gol, nas poucas vezes que foi exigido salvou o time: Primeiro no chute de Juninho paulista inda no primeiro tempo e depois em dois chutes seguidos cara a cara.

Dorival Jr: Foi bem e é impressionante como ele confia no time que têm, a ponto de deixar só um volante mesmo com o jogo ganho só pra fazer mais gols. Perfeito.

Um começo de ano Santástico

Depois de uma campanha pífia no ano passado, 2010 vem sendo um ano melhor do que qualquer santista poderia imaginar. A começar pela volta do G10, o Messias, que enfim cumprirá a sua promessa de ser campeão pelo Santos. A relação entre ele e a torcida é comovente e única em qualquer time do país. 15 anos depois do seu maior feito, o eterno camisa 10 continua um dos maiores  ídolos da torcida.

Um mês depois, o maior presente dos últimos anos para a torcida: a volta do Robinho. Foram cinco anos sem ele. Neste período o Santos foi bicampeão paulista e vice-brasileiro, o que prova a tese de que em 2002 a 2ª geração de Meninos da Vila trouxe o glorioso de volta para a elite do futebol do Brasil. Desde o início do século 21, só o São Paulo conseguiu títulos de mais relevância que o peixe.

Não bastasse a volta dos dois maiores ídolos do Santos da era pós-Pelé, tivemos a explosão da 3ª Geração dos Meninos da Vila.  Sem dúvida, Neymar e Ganso serão titulares da seleção em pouco tempo. Wesley, Marquinhos, André, Zé Eduardo, Maikon Leite e Arouca, também são acima da média. Temos um timaço, melhor ainda do que o de 2002 e 2004.

O melhor de tudo é ver que o Santos voltou a sua vocação de time ofensivo, que joga para frente, agredindo o adversário sem medo. Como é bom ver um time jogar com apenas um volante, que ainda sim sabe tocar a bola e avança para dar opções de ataque. Para aqueles, como eu, que lamentam não ter visto o Santos de Pelé jogar, ver o time de hoje é como ter uma segunda chance, que só um time dos céus poderia oferecer. É como entrar em uma máquina do tempo e ver aquele time todo de branco, no 4-3-3, com três atacantes e dois meias, arrasando os adversários.

Coincidência ou não, hoje inauguramos um estádio pela segunda vez em seis meses, e na terra onde o Rei jogou. Voltamos a ser o time mais admirado do Brasil, jogando um futebol arte, que muitos diziam ter morrido. É claro que isso tem seu preço: a inveja dos adversários, a perseguição dos pseudo-jornalistas e até o complô da federação paulista – ou melhor, paulistana. Mas, para o santista, não basta ganhar e ganhar não é o bastante. Para nós, os fins não justificam os meios, e “perder” como em 95 vale mais do que qualquer título roubado ou torneio de verão.  E ver o time jogar dessa forma, não tem preço.

Uma nova era fora das quatro linhas

Além do sucesso com a bola rolando, acredito que a nossa maior vitória tenha sido fora de campo. Com a eleição do Laor, o Santos entra em um caminho sem volta em direção ao profissionalismo. Mesmo com o dinheiro do desmanche do time de 2002,  estávamos em um estado crítico, atolados em dívidas e pagando juros absurdos. A nova gestão tem um grande desafio pela frente, e, mesmo formada por gente competente e bem intencionada, terá muito trabalho nos próximos anos.

Além de dívidas trabalhistas, o Santos tem passivos extremamente onerosos e, para alcançar uma gestão financeira saudável, deverá se comprometer a uma política que equilibre uma boa gestão administrativa a manutenção de um time competitivo, ou seja, não devemos fazer loucuras em contratações de estrelas ou pagar salários fora de nossa realidade.

Tive a oportunidade de conhecer pessoalmente o presidente, no final do ano passado em uma das reuniões da campanha. Lembro que ele disse que, se fosse eleito, o Santos deixaria de receber estrelas em fim de carreira e apostaria em jogadores com uma forte identificação com o clube. Esse foi o ponto que mais me chamou atenção em seu discurso, pois na época acreditava que somente com uma mudança radical de mentalidade livraríamos nosso time daquele estado financeiro lamentável.

Em relação ao marketing, demos um imenso salto de qualidade. A divulgação de vídeos online, a campanha para a conquista de sócios, o programa de parceria comercial para a franquia de escolinhas de futebol e, até mesmo, a decisão de mandar jogos na capital trouxeram o time mais próximo da torcida. A negociação de cotas de patrocínio que estejam à altura da importância do peixe é uma iniciativa louvável.

Quem trabalha com marketing, como eu, sabe que o principal ativo de uma organização é a sua marca. Felizmente, temos uma das marcas mais valiosas e conhecidas no mundo todo pelos amantes do futebol. “Santos” e “Pelé” são sinônimos de bom futebol pelo mundo afora e, se hoje o Brasil é conhecido pelo bom futebol, deve muito ao Santos, que em suas famosas excursões pelo mundo traziam “O maior espetáculo da terra”, como anunciavam os cartazes que promoviam os jogos. Voltando ao business, o que faltava ao nosso comando era explorar a marca “Santos” com o objetivo de identificar e aproveitar oportunidades de negócio.

Avançamos muito nesse ponto, porém, olhando para o planejamento do time, nota-se que a maioria das ações planejadas têm o tempo como fator limitante. Afinal, como planejar ações de execução em longo prazo se o mandato do presidente tem só dois anos de duração?

Então, não basta pensar somente na gestão e no futebol, para consolidarmos uma nova era do Santos Futebol Clube, precisamos solidificar a força política da nova gestão e, além do desempenho do time, a melhor forma para atingir esse objetivo é tornar as novas ações mais visíveis, mostrando ao torcedor o que tem sido feito.   

Por isso, acredito que além do marketing, a comunicação é vital para assegurarmos um processo de continuidade para essa nova e promissora etapa da vida do glorioso Santos. O mais importante é que deixamos de discutir o que deve ser feito, e passamos a discutir o como. Isso representa um enorme avanço, na medida em que deixamos o campo estratégico para iniciarmos as ações táticas, que são sentidas na prática.

 O futuro agora é promissor, temos mais uma chance de aproveitar uma nova geração de ouro para não só conquistar títulos como aumentar nossa torcida e sanar nossos problemas financeiros. Mais do que torcer para que dê tudo certo a missão dos santistas é participar ativamente desse processo de reconstrução.

Grande abraço,

Fabrício Fudissaku

Motivacionais da Vila

O futebol é um esporte que envolve muitos aspectos extra campo. É um esporte que envolve fé, superstição e muitas outras coisas que vão além do nosso entendimento, algo que não dá para se explicar, algo único.

E uma dessas mágicas coisas que existem no futebol é a camisa 10. A camisa 10 é entregue aquele jogador que se destaca, o craque do time, o jogador que teoricamente irá decidir a partida quando tudo parece perdido, mas assumir esse fardo já é muito difícil, imagine você, então torcedor, ter que vestir uma camisa que já foi usada pelo maior jogador de futebol de todos os tempos, será que é fácil? A história do Santos Futebol Clube prova que não, muitos jogadores até tentam, mas caem diante dessa responsabilidade, porem, existem aqueles que assumem esse papel e se destacam por isso, são as exceções, são os verdadeiros camisas 10, os destaques em um mundo repleto de jogadores, são lideres que falam com os pés.

Após o Rei do futebol para, a camisa do Santos ficou vaga e muitos se perguntavam quem seria capaz de voltar a vesti-la, quem teria essa honra? Eis que em 1978 surge uma geração de jogadores que fez o mundo reviver os tempos de Pelé. O time era todo formado na base do próprio Santos, por isso foram batizados de “Meninos da Vila”. Esses “meninos” tinham um líder dentro de campo, o cara que vestia a 10 se chamava Pita, e era o principal jogador do time. Pita era craque, dotado de uma habilidosa perna canhota, chutava bem, tinha bom toque de bola e dribles suaves, porém desconcertantes. A alegria de jogar futebol estava de volta a Vila Belmiro. Com Pita e os Meninos da Vila.

Depois de 1978 e de Pita, o Santos Futebol Clube só teria um camisa 10 de destaque no ano de 1995, quando um garoto de cabelos vermelhos e aparentemente tímido com as palavras se mostrou muito abusado com a bola. Giovanni, G10vanni, Messias ou simplesmente G10, era um camisa 10 clássico daqueles que tinham um toque refinado na bola, líder dentro de campo e exemplo fora dele, foi um dos responsáveis pelo título (moral) do Campeonato Brasileiro de 1995 e o protagonistas de uma das maiores viradas na história de futebol de todos os tempos. Local: Pacaembu; Adversário: Fluminense; Resultado: Não preciso comentar, foi simplesmente um show!

Em 2002 uma nova geração dos Meninos da Vila encantou o Brasil após ser Campeão Brasileiro em cima do badalado Corinthians. Entre eles, um destaque…Robinho? Também, mas Diego foi uma peça fundamental em toda a campanha do Peixe. Ele fazia o meio do Peixe trabalhar, e com apenas 17 anos assumiu a responsabilidade de vestir a camisa mais pesada do futebol, mundial. Pé direito, taticamente inteligente e com um toque de bola e arrancadas que deixavam os marcadores no chão, Diego chamou a atenção dos Europeus e aos 19 anos já estava na Europa.

Depois de Diego, muitos tentaram, mas não foram suficientemente bons para suprir a ausência de um cérebro na equipe. Mas, no ano de 2006 surge mais um escolhido para essa missão: Zé Roberto. O Zé da Vila, como era chamado, foi o principal responsável pelo título Paulista de 2007 e pela ótima, porém insuficiente campanha na Libertadores. Passagem rápida, mas marcante. Ídolo ou não? Isso já vai da opinião de cada um.

Atualmente a camisa 10 do Santos é de Giovanni, o mesmo de 1995, porém, para aqueles que enxergam bem o jogo, sabe que o atual camisa 10 do Santos veste a 11. Paulo Henrique, ou simplesmente Ganso, demonstra habilidade incomum e tem um futuro brilhante pela frente. O garoto já foi comparado com Pita, Giovanni e diversos outros craques de nome expressivo, além de ser um dos principais (para não dizer o principal) jogador dessa geração 3 de Meninos da VIla. Boa Sorte à ele.

Espero que tenham gostado.

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